Chega um dia em que simplesmente devemos parar e crescer. Abandonar todos os velhos hábitos e nos tornarmos “adultos”.
Chega o dia em que simplesmente devemos esquecer as coisas simples capazes de nos ocasionar felicidade, prazer.
O dia em que trocamos nosso crédito no fliperama da esquina por um cartão de crédito internacional.
O dia em que esquecemos os amores da infância e nos contentamos com relacionamentos esporádicos, de pouca duração, de mínima emoção.
O dia em que deixamos de ter amigos – eles são substituídos por “colegas” de trabalho, de faculdade, de barzinhos.
Enfim, chega o dia em que paramos de VIVER e simplesmente continuamos por aí, andando e respirando, sem estarmos vivos de verdade.

[suspiro] Saudades da infância… [suspiro]
Ah, mas ser adulto também não é assim, né. Depende de cada pessoa, dá para viver e ser feliz sendo adulto, você só tem que se cobrar menos e não deixar a criança dentro de você morrer…
Beijos!
Concordo inteiramente com você. Apenas que fazer algo no mesmo sentido do texto anterior (que não é meu) e como contraponto ao primeiro “Sobre Envelhecer”. Algo levemente mais pessimista, entende? Beijos
Talvez o nobre amigo esteja certo. Chega o dia que devemos deixar de ser um positivista demais, pois continuando assim, nos tornamos bobos. Como também, o pessimismo nos torna azedo. A melhor maneira de viver, penso eu, é com racionalidade com os pés no chão.
Olá João,
deixei uma brincadeira para você lá no Fronteiras no Tempo.
abraço
Olá João,
deixei uma brincadeira para você lá no Fronteiras no Tempo.
abraço