Para Padmé

Mas Padmé me mostrou aquilo que eu não ousava sonhar. Aquilo que eu não sonhava ser possível, me mostrou que todos os textos melosos, por pior que sejam, não seriam realidade.

Estou, além do possível, perdidamente apaixonado.

E que fodam-se a rima e a métrica, nada melhor que Padmé.


— J. Octávio,
noite de domingo, 9/3/2008,
totalmente embriagado.

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